DIRETRIZES DE GOVERNO
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável.
5. Erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades. Promover a igualdade, com garantia de futuro para os setores discriminados na sociedade.
6. O Governo de Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores.
7. Garantir educação para igualdade social, a cidadania e o desenvolvimento.
8. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
9. Universalizar a Saúde e garantir a qualidade do atendimento do SUS.
10. Prover as cidades de habitação, saneamento, transporte e vida digna e segura para os brasileiros.
11. Valorizar a cultura nacional, dialogar com outras culturas, democratizar os bens culturais e favorecer a democratização da comunicação.
12. Garantir a segurança dos cidadãos e combater o crime organizado
13. Defender a soberania nacional. Por uma presença ativa e altiva do Brasil no mundo.
2 comentários:
Ela quer ser chamada de “presidenta” para destacar que a República vive agora nova temporada de ritos e costumes, sob comando feminino. Primeira mulher eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff é adepta da meditação transcendental, fã de óperas e mentaliza todos os dias, de manhã e à tarde, um punhado de metas a cumprir.
A toada, no entanto, não é nada zen: fiel à fama de cobrar tudo pronto para “ontem”, Dilma já planeja as primeiras reuniões no Palácio do Planalto. Convidará governadores para discutir um cardápio de assuntos que vão da reforma tributária ao financiamento da saúde, passando pela segurança pública.
Espero que ela tenha a sensibilidade de abrir à gestão participativa, pois as localidades precisam de ações específicas sem generalizações. A flexibilização é fundamental para que os atores locais participem do desenvolvimento sustentável com apropriação e valorização de seu trabalho: abrir frentes produtivas, respeitando o meio ambiente e cultura local, criando fóruns e elencando ações prioritárias condizentes com a necessidade de cada lugar.
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