Conceito nascido no bairro do Greenpoint, Brooklyn (Nova York-EUA), onde o excesso de prédios e a falta de espaços para o cultivo de vegetais forçou a criação de áreas verdes nas coberturas dos edifícios, as fazendas urbanas avançaram a passos largos em diversas regiões do planeta. Nas grandes metrópoles, cada metro quadrado é disputado a preços elevados, e desta forma, o antes inutilizado topo dos prédios funcionaria como uma bela alternativa para a captação de água da chuva, energia solar e também para a plantação de alimentos.
Este é um espaço ambiental, para discutir os problemas da atualidade como meio ambiente, mobilidade urbana, proteção de recursos hidricos, defesa da fauna, saneamento básico, e muito mais assuntos ligados a qualidade de vida. Eu não invento nem aumento, coloco aqui no Blog o que copio....hehehehe....quando não é de minha propria autoria!!!!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
OS MACACOS PODEM NOS ENSINAR SOBRE MEIO AMBIENTE?
Assista o vídeo direto do TED , com tradução para o português http://www.ted.com/talks/lang/por_br/jane_goodall_on_what_separates_us_from_the_apes.html
Bom dia a todos. Eu me sinto... antes de mais nada, tem sido fantástico estar aqui nesses últimos dias. E em segundo lugar, eu me sinto honrada por estar encerrando essa reunião extraordinária estas incríveis palestras que tivemos. Acredito que me identifiquei, de várias maneiras, com algumas das coisas que ouvi. Eu saí... Eu vim para cá direto do interior de uma floresta tropical no Equador, onde estava... só é possível chegar lá de avião... com índios que pintam seus rostos e têm penas de papagaio em seus cocares. Esses índios estão lutando para manter as companhias petrolíferas, e também as estradas, longe de suas florestas. Eles estão lutando para continuar vivendo do seu jeito no seio da floresta num mundo limpo, num mundo não contaminado, num mundo sem poluição. E o que me pareceu mais incrível, e que se encaixa perfeitamente no que estamos discutindo aqui no TED, é que lá, bem no meio dessa floresta, havia alguns painéis solares - os primeiros naquela parte do Equador - que serviam basicamente para bombear água para que as mulheres não precisassem descer para buscar. A água chegava limpa, mas como eles tinham muitas baterias, eles conseguiram estocar bastante eletricidade. Então todas as casas - e acho que deveriam ser umas oito casas nessa pequena comunidade - tinham luz por cerca de meia hora todas as noites. E lá estava o Cacique, em toda a sua realeza, com um laptop. (Risos) E esse homem, que já saiu da comunidade mas voltou, disse: "Sabe, de repente nós entramos nessa nova era, e nem conhecíamos o homem branco até uns 50 anos atrás, e agora temos computadores laptop, e queremos aprender algumas coisas do mundo moderno. Queremos saber sobre cuidados médicos. Queremos saber o que outras pessoas fazem; nos interessamos por isso. E queremos aprender outras línguas. Queremos falar inglês e francês e talvez até chinês, e temos facilidade para línguas." Então lá está ele com seu laptop, e ao mesmo tempo lutando contra as pressões - por causa da dívida, da dívida externa do Equador - lutando contra a pressão do Banco Mundial, do FMI e, claro, das pessoas que querem explorar a floresta e o petróleo. E eu saí de lá direto para cá. Claro que minha verdadeira especialização é em um tipo diferente de civilização... Não se pode chamar exatamente de civilização. Um modo de vida diferente, um ser diferente. Nós debatemos antes - um discurso maravilhoso de Wade Davis sobre as diferentes culturas em todo o mundo - mas o mundo não é composto apenas de seres humanos, há também os animais. E eu proponho trazer para essa conferência TED, como eu sempre faço por todo o mundo, a voz do mundo animal. Frequentemente vemos algumas fotos, um trecho de filme, mas esses seres têm vozes que querem dizer algo. Por isso, gostaria de trazer o cumprimento de um chimpanzé das florestas da Tanzânia: Ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh! (Aplauso) Eu estudo os chimpanzés da Tanzânia desde 1960. Nesse período, surgiram tecnologias modernas que transformaram radicalmente a maneira como os biólogos de campo realizam seu trabalho. Por exemplo, há poucos anos, pela primeira vez, com a simples coleta de amostras de fezes, fomos capazes de analisar - de determinar o DNA - e pela primeira vez pudemos realmente saber quais machos eram os pais de cada bebê chimpanzé. Isso porque os chimpanzés têm um comportamento reprodutivo muito promíscuo. Isso cria uma vertente de pesquisa totalmente nova. E nós usamos o IPG - 'alguma coisa' geográfico, IPG - para determinar a distribuição dos chimpanzés. E estamos usando - vocês podem perceber que eu não entendo muito disso - mas estamos usando imagens de satélite para verificar o desmatamento na área. Claro, também há a evolução do infra-vermelho, possibilitando observar os animais à noite, e os equipamentos de gravação de imagem e som estão cada vez mais leves e melhores. Há diversas formas de fazermos coisas hoje que não eram possíveis quando comecei em 1960. Especialmente quando os chimpanzés - e outros animais com cérebros grandes - são estudados em cativeiro, a tecnologia moderna nos ajuda a buscar os altos níveis de cognição em alguns desses animais não humanos. Então hoje sabemos que eles são capazes de fazer coisas que julgávamos absolutamente impossíveis quando comecei. Acredito que a chimpanzé em cativeiro mais habilidosa em desempenho intelectual é uma chamada Ai, do Japão - seu nome significa amor - e seu parceiro de trabalho é sensível e maravilhoso. Ela adora o computador; ela deixa seu grupo, sua água corrente, suas árvores e tudo o mais. E ela se senta em frente ao computador, é como um videogame para uma criança, ela é doida por ele. Aliás, ela tem 28 anos, e faz coisas usando o monitor de um computador mais rápido que a maioria dos humanos. Ela realiza tarefas bastante complexas, e não há tempo para falar sobre todas, mas o mais incrível dessa fêmea é que ela não gosta de cometer erros. Se ela tem o desempenho fraco e uma nota baixa, ela dá um tapinha no vidro - porque ela não pode ver o pesquisador - que é um pedido para jogar de novo. E sua concentração - ela já estava concentrada por cerca de 20 minutos - e agora quer fazer tudo de novo, pela simples satisfação de fazer melhor. A comida não é importante; ela ganha uma pequena recompensa - como uma passa por cada resposta correta - mas ela também o faz sem recompensa, se você estabelecer previamente. E aqui estamos, um chimpanzé usando um computador. Os chimpanzés, gorilas e orangotangos também aprendem a linguagem dos sinais. Mas o ponto é que, quando estive pela primeira vez em Gombe em 1960, e me lembro muito bem, vividamente, como se tivesse sido ontem, a primeira vez, quando estava andando pela mata, os chimpanzés ainda fugindo de mim, a maioria, ainda que alguns já estivessem mais acostumados, e eu vi essa sombra, debruçada sobre uma colônia de cupins. e eu observei pelo binóculo. Felizmente, era um adulto macho que chamei de David Greybeard - aliás, cientificamente eu não deveria dar nome aos chimpanzés, todos deveriam ter números, era mais científico. Em todo caso, David Greybeard - e isso eu vi - pegava pedaços de grama e os usava para fisgar os cupins de seu ninho subterrâneo. E não é só isso - às vezes ele também pegava um galho e tirava todas as folhas. Modificar um objeto para adequá-lo a um propósito - é o princípio da criação de ferramentas. A razão disso ser tão emocionante e inovador é que acreditava-se que os humanos, e apenas os humanos, usassem e criassem ferramentas. Quando eu estava na escola, se definia o homem, o criador de ferramentas. Por isso o Louis Leakey, meu orientador, quando ouviu a novidade, disse: "Ah, agora ou redefinimos homem, ou ferramenta, ou aceitamos os chimpanzés como humanos." (Risos) Agora sabemos que, só em Gombe, os chimpanzés usam objetos diversos em nove maneiras diferentes para propósitos também diferentes. Além disso, sabemos que em outras partes da África, onde chimpanzés também são estudados, há comportamentos completamente diferentes para o uso de ferramentas. E aparentemente esses padrões passam de uma geração a outra, pela observação, imitação e prática - que é uma definição da cultura humana. O que percebemos é que ao longo desses quarenta e poucos anos que eu e vários outros estudamos os chimpanzés e outros macacos de grande porte, e, como digo, outros mamíferos com cérebros e sistemas sociais complexos, é que não há uma linha nítida dividindo os humanos do resto do reino animal. É uma linha muito indistinta. E está cada vez mais indefinida na medida em que vemos animais fazendo coisas que nós, em nossa arrogância, acreditávamos ser exclusividade humana. Os chimpanzés - não há tempo para discorrer sobre suas vidas fascinantes - mas eles têm uma infância longa, cinco anos de mamadas e de dormir com a mãe, seguida de três, quatro ou cinco anos de dependência emocional dela, mesmo depois que outra cria nasceu. É importante o aprendizado nesse período, quando o comportamento é flexível -- e há muito a aprender na sociedade dos chimpanzés. Os laços afetivos duradouros que se desenvolvem durante a longa infância com a mãe, com os irmãos e irmãs, e que podem durar a vida inteira, que pode ser de até 60 anos. Eles podem até viver mais que isso em cativeiro, mas nós só temos 40 anos de estudo no ambiente selvagem. E descobrimos que os chimpanzés demonstram compaixão e altruísmo. Em sua comunicação não verbal - isso é riquíssimo - eles têm muitos sons, que usam em circunstâncias diversas, mas eles também usam o toque, a postura, gestos, e o que eles fazem? Eles beijam, abraçam, dão as mãos. Eles dão tapinhas nas costas, eles se pavoneam, sacodem os punhos - o tipo de coisa que nós fazemos - e eles o fazem no mesmo contexto. Eles têm um senso de cooperação muito sofisticado. Às vezes eles caçam - não tão frequentemente, mas quando o fazem demonstram cooperação sofisticada, e dividem a caça. Nós vimos que eles demonstram emoções parecidas - talvez às vezes iguais - às que descrevemos em nós como alegria, tristeza, medo, desespero. Eles sofrem tanto mental quanto fisicamente. E não há tempo para expor as informações que provam algumas dessas coisas, além de dizer que há alunos brilhantes, nas melhores universidades, estudando as emoções animais, estudando as personalidades dos animais. Sabemos que os chimpanzés e algumas outras criaturas podem reconhecer a si mesmos no espelho -- o indivíduo ao invés do outro. Eles têm senso de humor, e essas são algumas coisas que tradicionalmente são consideradas prerrogativas humanas. E isso nos ensina a ter um certo respeito - um tipo novo de respeito não apenas pelos chimpanzés, eu diria, mas por outros animais incríveis com os quais compartilhamos esse planeta. Quando finalmente pudermos admitir que não somos os únicos seres com personalidades, mentes e sobretudo sentimentos, e quando pararmos para pensar sobre como usamos e abusamos de tantas outras criaturas sensíveis e sábias desse planeta, isso realmente causa muita vergonha, pelo menos para mim. Bom, o mais triste é que esses chimpanzés, que, mais que qualquer outra criatura, nos ensinaram um pouco de humildade, estão desaparecendo muito rápido na natureza. Eles estão desaparecendo pelas razões que todos aqui nesta sala sabem muito bem. O desmatamento, o crescimento da população que precisa de mais terra. Eles estão desaparecendo porque algumas madeireiras devastam áreas completamente. Eles estão desaparecendo do coração da África porque as grandes indústrias madeireiras vieram e construíram estradas, como as que querem fazer no Equador e em outros lugares onde as florestas permanecem intocadas, para extrair petróleo ou madeira. Isso acarretou, na bacia do Congo e em outras partes do mundo, o que ficou conhecido como tráfico de carne silvestre. Isso significa que, apesar de por centenas, talvez milhares de anos, as pessoas viverem nessas florestas ou qualquer outro habitat, em harmonia com seu mundo, só matando os animais que precisavam para seu sustento e de suas famílias, agora, de repente, por causa das estradas, os caçadores podem chegar mais facilmente. Eles atiram em tudo, qualquer coisa que se mova e seja maior que um rato, então secam ou defumam a caça. E agora ficou mais fácil o transporte, eles usam caminhões de madeireiras ou caminhões de mineradoras para levar para a cidade e vender a caça. E as pessoas pagam mais pela carne de animais silvestres que pela carne comum - é uma preferência cultural. E não é sustentável, e as madeireiras na floresta agora querem essa carne, então os caçadores pigmeus da bacia do Congo, que viveram lá em seu modo harmônico por centenas de anos agora estão corrompidos. Eles recebem armas, eles caçam para as madeireiras, eles recebem dinheiro. A cultura deles está sendo destruída, assim como os animais dos quais dependem. Então, quando a madeireira sai, não sobra nada. Já falamos sobre a perda da diversidade cultural humana, e eu já vi acontecer com meus próprios olhos. E a triste realidade na África - e eu amo a África, e o que nós vemos hoje na África? Vemos desmatamento, vemos o crescimento do deserto, vemos a fome generalizada, vemos doenças e vemos o crescimento da população em áreas onde há mais pessoas vivendo num pedaço de terra do que a terra pode sustentar, e eles são pobres demais para comprar comida em outros lugares. Será que as pessoas de que ouvimos falar ontem, da Ilha de Páscoa, que cortaram sua última árvore - será que eram burras? Elas não viram o que estava acontecendo? Claro que sim, mas se vocês vissem a pobreza extrema em algumas partes do mundo, não é uma questão de... Mas vamos deixar a árvore para amanhã. Como eu vou alimentar minha família hoje? Talvez eu consiga alguns dólares por essa última árvore que vai nos sustentar por mais um tempo, e então rezaremos para algo acontecer para nos salvar do fim inevitável." Essa é a triste realidade. O que nós temos, que nos torna tão diferentes dos chimpanzés e outras criaturas, é essa língua sofisticada - a língua que podemos usar para contar às crianças sobre as coisas que não existem mais. Podemos falar sobre o passado distante, planejar o futuro, debater idéias com os outros, para que as idéias se desenvolvam dessa sabedoria do grupo. Podemos fazer isso conversando, por meio de um vídeo, por meio de um relato escrito. E abusamos desse enorme poder de sermos sábios administradores, e estamos destruindo o mundo. É pior ainda no mundo desenvolvido, de certa forma, porque temos pleno conhecimento da estupidez do que estamos fazendo. Vocês sabiam que estamos trazendo ao mundo bebês que estão sendo envenenados pela água que bebem? E o ar também os prejudica, e a comida que cresce na terra contaminada os está envenenando. E isso não apenas nos distantes países em desenvolvimento, mas em todos os lugares. Vocês sabiam que temos agora cerca de 50 produtos químicos em nossos corpos que não existiam há 50 anos? E muitas das doenças, como a asma, e certos tipos de câncer, estão aumentando em lugares onde lixo tóxico é despejado. Em todo o mundo, estamos nos destruindo, assim como estamos destruindo os animais e a própria natureza. A Mãe Natureza, que nos trouxe à vida. A Mãe Natureza, onde acredito que precisamos ficar mais tempo, onde há árvores e flores e pássaros que fazem bem ao nosso desenvolvimento psicológico. No entanto, há centenas de crianças no mundo desenvolvido que nunca tiveram contato com a natureza, pois estão crescendo na selva de concreto e tudo o que conhecem é a realidade virtual, sem nenhuma oportunidade de tomar um banho de sol, ou passear na floresta, com os raios de sol penetrando pelas árvores. Enquanto viajava pelo mundo, tive que sair da floresta - o lugar onde adoro ficar. Tive que deixar meus alunos e meu grupo de campo estudando esses fascinantes chimpanzés porque, vendo que eles diminuíram de cerca de dois milhões há 100 anos para cerca de 150.000 agora, eu sabia que tinha que sair da floresta e fazer o possível para conscientizar as pessoas ao redor do mundo. E quanto mais eu falava sobre a súplica dos chimpanzés, mais eu percebia que na verdade tudo está interligado, e que os problemas dos países em desenvolvimento muitas vezes têm origem na ganância do mundo desenvolvido, e tudo se encaixava, fazendo - não exatamente sentido, como gostaríamos - mas fazendo falta de sentido. Como podemos fazer isso? Alguém falou sobre isso ontem, e em minhas viagens, eu sempre via jovens que haviam perdido as esperanças. Estavam sem esperanças, pensando: "Não importa o que façamos, vamos comer, beber e ser felizes, porque amanhã estaremos mortos. Não há esperanças - ouvimos isso o tempo todo na mídia." E também encontrei aqueles que estavam furiosos, e a fúria pode se transformar em violência, e todos nós conhecemos isso. Eu tenho três netos, e quando alguns alunos, do ensino médio ou da universidade, dizem, "Estamos furiosos", ou "Não temos mais esperanças porque achamos que vocês comprometeram nosso futuro e não há nada que possamos fazer." E eu olho para esses meus netinhos e penso no quanto já danificamos o planeta desde que eu tinha a idade deles. Sinto-me muito envergonhada, e por isso criei, em 1991 na Tanzânia, um programa chamado Roots and Shoots (Raízes e Brotos). Há alguns panfletos lá fora, e todos vocês que se preocupam com o futuro das crianças, peço que peguem esse folheto. O Roots and Shoots é um programa de esperança. As raízes formam a base firme. Os brotos parecem frágeis, mas para alcançar o sol eles passam até por densas paredes. Vejam essas paredes como todos os problemas que já infligimos ao planeta. Vocês veem que é uma mensagem de esperança. Milhares de jovens no mundo todo podem fazer deste um mundo melhor. A mensagem mais importante do Roots and Shoots é que cada indivíduo faz diferença. Cada pessoa tem um papel a cumprir. Cada um de nós causa impacto no mundo ao nosso redor, e vocês cientistas sabem que não podem - mesmo se ficarem na cama o dia todo, estão respirando oxigênio, e soltando gás carbônico, e indo ao banheiro, e coisas do tipo. Você está fazendo diferença no mundo. Então, o programa Roots and Shoots envolve os jovens em três tipos de projetos. E estes são os projetos que tornam o mundo deles melhor. Um projeto para se preocupar com sua própria comunidade humana. Um para animais, incluindo os domésticos - e tenho que dizer que aprendi tudo que sei sobre o comportamento animal muito antes de Gombe e dos chimpanzés com meu cão, Rusty, meu companheiro de infância. E o terceiro projeto, que é voltado para o meio ambiente local. O que eles fazem depende, em primeiro lugar, da idade, que vai desde a pré-escola até a universidade. Também depende se eles moram na cidade ou em zonas rurais, se eles são ricos ou pobres. Depende de que parte eles vivem nos Estados Unidos. Estamos em todos os estados, e os problemas da Flórida são diferentes dos problemas de Nova York. Depende também do país onde estão - e já estamos em mais de 60 países, com cerca de 5 mil grupos ativos - e há grupos em todos os lugares, toda hora ouço falar de algum novo, porque os jovens iniciam um programa e o difundem entre eles mesmos. Por quê? Porque eles acreditam, e são eles que decidem o que vão fazer. Não é algo que seus pais, ou professores, mandam fazer. Isso é eficaz, mas se eles decidem sozinhos, "Queremos limpar esse rio e trazer de volta os peixes. Queremos remover esse solo tóxico e plantar um jardim orgânico. Queremos passar mais tempo com os idosos e ouvir e registrar suas histórias. Queremos trabalhar num abrigo de animais. Queremos aprender sobre os animais. Queremos..." E a lista continua, e isso me enche de esperanças. Em minhas viagens ao redor do mundo 300 dias do ano, vejo em todos os lugares um grupo de Raízes e Galhos de idades variadas. Em todo lugar há crianças com olhinhos brilhantes dizendo: "Veja como fizemos a diferença." E agora temos o auxílio da tecnologia, já que com os novos meios de comunicação eletrônica, esses jovens podem se comunicar de qualquer parte do mundo. Se alguém se interessar em ajudar, temos muitas ideias, mas precisamos de ajuda - para criar um sistema que ajude esses jovens a compartilharem todo seu entusiasmo. Mas também - e isso é muito importante - para comunicar sua tristeza, para dizer: "Tentamos isso mas não funcionou, o que fazer agora?" E aí há um outro grupo que vai responder, que pode estar nos Estados Unidos ou em Israel, e vai dizer: "É, não é bem assim. Vamos ensinar como fazer." A filosofia é bem simples. Não acreditamos em violência. Sem violência, sem bombas, sem armas. Essa não é a maneira de solucionar problemas. Violência gera violência, esse é meu ponto de vista. Então qual é a solução? As ferramentas para solucionar os problemas são conhecimento e compreensão. Conhecer os fatos e saber como eles se encaixam no contexto. Trabalho duro e persistência - nunca desistir - e amor e compaixão gerando respeito por todas as formas de vida. Quantos minutos? Dois, um? Chris Anderson: Até dois. Jane Goodall: Dois, só mais dois minutinhos. (Risos) Vocês não vão me tirar à força, vão? (Risos) Bom, basicamente, o Roots and Shoots está começando a mudar a vida dos jovens. Estou devotando muito de minha energia nisso. E acredito que um grupo assim possa ter grande impacto, não só porque vocês podem ajudar com tecnologia, mas porque muitos de vocês têm filhos. Se vocês mostrarem esse programa a seus filhos, eles terão a oportunidade de participar e fazer o bem, pois têm vocês como pais. E está bem claro o quanto vocês se importam em fazer desse mundo um lugar melhor. É bastante encorajador. Mas as crianças me perguntam - não vou levar mais que dois minutos, prometo - elas perguntam: "Dra. Jane, a senhora tem mesmo esperança no futuro? A senhora viaja e vê tantas coisas horríveis." Em primeiro lugar, o cérebro humano - nem preciso dizer nada. Agora que sabemos sobre os problemas mundiais, mentes como as suas estão surgindo para solucioná-los. Já falamos bastante sobre isso. Em segundo lugar, a resistência da natureza. Nós destruímos um rio, e podemos recuperá-lo. Se vemos uma grande área devastada, ela pode ser recuperada com um certo tempo e um pouco de ajuda. Em terceiro lugar, e o orador anterior falou sobre isso -- ou o outro orador, sobre o indomável espírito humano. Há muitas pessoas incríveis a nossa volta, que fazem coisas que parecem impossíveis. O Nelson Mandela - eu levo comigo uma pedrinha da Penitenciária Robben Island, onde ele ficou por 27 anos, e saiu quase sem ressentimentos, e liderou seu povo a sair do horror do apartheid sem um banho de sangue. Mesmo depois do 11 de setembro - e eu estava em Nova York e pude sentir o medo - no entanto, havia tanta coragem, tanto amor e tanta compaixão. Depois quando fui para várias partes do país ainda sentindo esse medo - o medo que levava as pessoas a pensar que não poderiam mais se preocupar com o meio-ambiente, pois poderiam ser vistas como pouco patriotas - e eu tentava encorajá-las, alguém apareceu com essa citação de Mahatma Gandhi: "Se você olhar para trás na história da humanidade, você verá que todos os regimes maus foram superados por bons." Logo depois uma mulher me deu esse sininho, e eu gostaria de terminar com isso. Ela disse: "Se estiver falando sobre esperança e paz, soe este sino. Ele é feito do metal de uma mina terrestre desativada, dos campos de extermínio de Pol Pot - um dos regimes mais crueis da história - onde as pessoas estão começando a retomar suas vidas após a queda do regime. Então, sim, há esperança, e onde ela está? Está com os políticos? Está em nossas mãos. Está nas suas mãos e nas minhas, e na de nossos filhos. Cabe realmente a nós. Somos nós que podemos fazer a diferença. Se vivermos vidas em que conscientemente deixamos as menores pegadas ecológicas possíveis, se comprarmos o que for ético para nós e não comprarmos o que não for, podemos mudar o mundo do dia pra noite. Obrigada.
About The Speaker
Jane Goodall
domingo, 21 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
7 bilhões de pessoas bem "apertadinhas"
É cenário de pesadelo, mas se a humanidade toda vivesse na densidade em que vivem os parisienses, caberia facilmente no estado da Bahia. Mas vamos começar pelas comparações feitas pelo site Per Square Mile com estados americanos.
Se os cerca de 7 bilhões de habitantes do planetinha Terra vivessem na mesma densidade em que vivem os moradores de Paris, ou 20.807 pessoas por km2 (quilômetro quadrado), a humanidade caberia numa área equivalente a soma dos estados americanos de Louisiana, Mississipi e Arkansas. Isso equivale a 397, 4 mil km2. Em termos de Brasil, pediria uma área equivalente a um terço do estado do Pará ou 20% maior do que Goiás.
Nova York tem cerca da metade da densidade de Paris — 10.630 habitantes por km2. Por isso, nessa densidade mais baixa é preciso mais espaço para caber todo o mundo. Mesmo assim, o Texas daria conta com seus 695,6 mil km2. No Brasil, seria o caso de separar uma área de menos da metade do Pará ou, de forma equivalente, algo como Goiás somado a Minas Gerais.
Londres, por sua vez, tem metade da densidade de Nova York. Assim, do jeito que os londrinos gostam de morar, para toda a humanidade seria necessário um naco igual ao Texas, Louisiana, Arkansas, Oklahoma e Novo México. No Brasil, apertando um pouquinho, bastava o Pará. Para não ser pão-duro com os londrinos, que certamente não querem imitar os parisienses, seria preciso uma área igual ao Pará somado ao Rio Grande do Sul.
Os números aproximados estão nas duas tabelas abaixo. Veja que se o exercício fosse feito com a densidade em que moram os cariocas o resultado seria semelhante ao de Londres. Os paulistanos moram mais apertados. Sua densidade fica entre a do Rio ou Londres e a de Nova York. Na densidade de São Paulo, cabia todo mundo no Pará. Facinho.
Felizmente, essa é só uma brincadeira para fazer pensar com gráficos.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Lobos em pele de panda?
A mundialmente popular e respeitada logomarca da organização não governamental (ONG) World Wildlife Found (Fundo Mundial para a Vida Selvagem, na sigla em inglês WWF) pode estar sendo usada como disfarce para esconder a voracidade da indústria madeireira. Ao menos é o que aponta um relatório recente da Global Witness, entidade britânica que investiga conflitos sociais e políticos relacionados aos recursos naturais.
O documento Pandering to the loggers (“Favorecendo os desmatadores”) – cujo título também faz alusão à palavra “panda”, símbolo da WWF – acusa a Rede Global de Comércio e Florestas (GFTN, na sigla em inglês), programa mantido pela WWF para apoiar o comércio legal e sustentável de madeira no mundo, de ter padrões pouco rigorosos para a filiação de seus membros. Além disso, segundo a Global Witness, o monitoramento das empresas não é eficiente e falta transparência em relação aos compromissos assumidos por elas.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Setor privado debate ações de preservação da biodiversidade
Aproximadamente 80 pessoas de 29 empresas discutiram, nos últimos dias 3 e 4, em Brasília, as 20 metas de Aichi definidas internacionalmente na 10ª Convenção das Partes sobre Diversidade Biológica (COP-10/CDB), realizada em outubro de 2010, em Nagoya. Os grupos de trabalho debateram temas como conscientização social e consumo responsável, e a importância do setor produtivo na conservação da biodiversidade. As propostas estratégicas pré-definidas contaram com a anuência de gigantes do ramo como Petrobras, Furnas, Centroflora, Monsanto, a mineradora Alcoa e a rede de supermercados Walmart.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
COMO AQUECER SUA CASA (NO INVERNO)
O arquiteto e professor da UFPR Aloísio Schmid autor do livro A ideia de conforto: reflexões sobre o ambiente construído, diz que o clima da cidade, classificado como temperado superúmido, representa um desafio para a arquitetura. “Temperado não pressupõe temperaturas amenas, mas a alternância de temperaturas baixas no inverno, e altas no verão; e super-úmido significa que apresenta uma alta umidade”, explica. De acordo com Schmid, seria mais fácil se o clima fosse somente frio ou quente.
Veja com mais detalhes o infografico e o resto da reportagem na GAZETA DO POVO
ESCASSEZ DE ÁGUA PODE AFETAR 33 CIDADES NO PARANA
Municípios vão precisar achar novos mananciais até 2015. Consumo crescente exige fontes cada vez mais distantes e caras.
Um estudo feito pela Agência Nacional de Águas (ANA), publicado recentemente, revela que 33 municípios do Paraná vão precisar de novas fontes de água para o abastecimento público até 2015 – incluindo algumas das maiores regiões metropolitanas do estado, como as de Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu e Cascavel. O investimento é necessário para evitar futuros déficits no abastecimento público, principalmente nos períodos de pouca chuva.
Neste cenário, seis cidades da região metropolitana da capital (RMC) vão necessitar de novos mananciais (rios, aquíferos, poços, reservatórios) e outras sete precisarão ampliar os sistemas existentes. No total do estado, além das 33 novas fontes, 113 municípios devem ampliar seus sistemas até 2015 para garantir água o ano todo.
Veja abaixo, infografico:
Leia mais na GAZETA DO POVO
domingo, 7 de agosto de 2011
BALÃO CAI EM CIMA DE FABRICA DE ALCOOL
Um incêndio causado por um balão destruiu grande parte da fábrica da empresa Álcool da Ilha, na noite de domingo, no bairro Taboão, em Curitiba. Ninguém ficou ferido. O guardião da empresa, Isaías de Souza, chegou a desmaiar, mas foi atendido pelos paramédicos. Ele havia ajudado a encaminhar os bombeiros até o foco principal do incêndio e sofre de pressão alta.
Segundo informações iniciais do Corpo de Bombeiros, a fábrica Da Ilha, que fica na Rodovia dos Minérios, pegou fogo por volta das 18h30. Nove viaturas da corporação foram deslocadas para o local.
O balão, que iniciou o incêndio, teria saído do bairro Lamenha Pequena, em Almirante Tamandaré. O ex-funcionário da empresa e morador da região, Otávio Neves de Lara, foi quem avisou o guardião sobre o incêndio. “Vi o balão caindo e pegando fogo. Corri para a empresa para avisar. Quando cheguei aqui, o fogo já tinha começado”, conta. A fábrica, que fica na margem da Rodovia dos Minérios, é rodeada por outras empresas e residências.
ONÇA PARDA EM SÃO JOSE DOS PINHAIS
Uma onça parda, popularmente conhecida como sussuarana, foi capturada na tarde da última sexta-feira (6) em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O animal havia fugido de uma chácara na cidade. O Disque-Denúncia do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), a Força Verde da Polícia Militar (PM), recebeu a informação de que a onça estava nas imediações do bairro Guatupê. As buscas foram iniciadas e o animal localizado em poucas horas.
Segundo o Major Adilson Luiz Correa dos Santos, a sussuarana era mantida em cativeiro no interior de uma propriedade e rompeu as grades com os dentes para fugir em direção a um matagal próximo. A polícia teve de usar dardos tranquilizantes para capturar o animal, que tinha cerca de 1,5 metro e 80 quilos. Quando os policiais atiraram o dardo, a onça subiu em uma árvore. Após o efeito do tranquilizante, o animal caiu. Um colchão foi colocado no chão para amortecer a queda da onça, que não ficou ferida.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Lei Municipal proíbe pequenas hidrelétricas no Rio Pardo /SP
A ONG Rio Pardo Vivo, com o apoio do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI) de Ourinhos – São Paulo, venceu a luta contra a construção de nove pequenas centrais hidrelétricas previstas para o trecho do Rio Pardo que banha o município de Santa Cruz do Rio Pardo. A publicação da Lei Municipal n°2.526, de 29 de julho de 2011, marca essa conquista ao declarar o trecho do rio que banha o território municipal como patrimônio cultural, paisagístico, ecológico e turístico do Município. (Veja a Lei assinada aqui).
Em junho, ((o)) Eco acompanhou a mobilização da comunidade local para preservar o seu curso d’água livre de barragens, inclusive a participação ativa do padre Giovanni Bruno (veja a matéria publicada), que agora comemora o resultado. “A ONG Rio Pardo Vivo liderou uma maravilhosa obra de sensibilização envolvendo o setor de educação municipal, as comunidades religiosas, os comerciantes e ruralistas locais, assim como grupos de ecologistas e cientistas. O sancionamento e publicação da Lei revela a força desse trabalho feito em conjunto”, declara o padre.
Em material enviado pela ONG, destaca-se como finalidade das comunidades da bacia do Rio Pardo não somente dizer não ao impacto socioambiental que as hidrelétricas podem causar, mas buscar a valorização do rio para atividades de lazer e culturais. A ideia de organizar um circuito turístico no local é uma opção que pode resultar em mais renda do que a pouca energia prevista pelas hidrelétricas. Outra motivação da campanha foi propor uma alternativa energética que a região já tem (a biomassa) e promover outras fontes que não destruam ou cimentem o patrimônio natural existente. Além de evitar a expropriação dos mais de 150 proprietários das terras no entorno do rio.
Para o padre Giovanni, a vitória em Santz Cruz representa um exemplo para outros municípios brasileiros. “Essa experiência pode ser repetida por outras cidades que sofrem o assédio de construtoras para instalar barragens em seus cursos d'água, seja dentro do Estado de São Paulo, seja em outros locais. Talvez a maioria dos municipios atingidos fiquem calados pelo jeito como os projetos são apresentados, sem dar tempo e oportunidade para discutir e organizar mobilizações. A luta ao redor de Belo Monte e do Código Florestal calaram a voz do povo, convencido de que não adianta protestar contra o que o Governo planejou dentro dos PACs [Plano de Aceleração do Crescimento]. Mas nós mostramos que é possível e não se deve desistir!”, conclui.
Fonte O Eco
Com flores, música e criatividade, bicicletadas ganham força em todo o Brasil
O final da última semana foi marcado por Bicicletadas em todo o Brasil. Na sexta-feira, dia 29, e no último final de semana centenas de ciclistas se reuniram e pedalaram em conjunto para cobrar mais políticas públicas em favor de bicicletas e de um trânsito mais humano, justo e limpo. As Bicicletadas, ou Massas Críticas, como também são chamadas, são movimentos sem lideranças ou organizadores, marcados normalmente por protestos bem humorados com arte, música e criatividade.
O trânsito é um inferno, as cidades estão cada vez mais poluídas e congestionadas, o Governo Federal segue incentivando a produção desenfreada de automóveis, os transportes coletivos seguem em segundo plano e os alternativos não são nem considerados na maior parte das cidades. Mas, uma vez por mês pelo menos, dá esperança de que há sim alternativas a serem construídas. As Bicicletadas são a explosão desta vontade de viver em cidades mais limpas, sustentáveis, justas e... divertidas!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
BICICLETADA GAZETA DO POVO
Ainda que de forma tímida e um pouco lenta, a bicicleta começa a entrar na agenda de governos municipais, estaduais e federal como peça chave na formulação de políticas públicas de mobilidade.
Ontem, a Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 6474/09, que cria o Programa Bicicleta Brasil (PBB) nos municípios com mais de 20 mil habitantes.
A proposta destina 15% do valor arrecadado com multas de trânsito para financiar ações de incentivo ao uso da bicicleta, como a construção de ciclovias e ciclofaixas, instalação de biciletários públicos e campanhas de divulgação dos benefícios do uso da bicicleta como meio de transporte econômico, saudável e ambientalmente adequado.
Coleta de lixo reciclável é ampliada em SJP
Para melhor atender a população, a Prefeitura ampliou a coleta de lixo reciclável em São José dos Pinhais. Os novos horários e datas entram em vigor na próxima segunda-feira (08), e começaram a ser divulgados à população nesta quarta-feira (03).
Equipes da Secretaria de Meio Ambiente estão visitando residências e estabelecimentos comerciais para falar da importância da separação correta do lixo reciclável, que deve ser lavado, limpo e seco antes de ser colocado no saco de lixo. A ação compreende ainda a entrega de informativos e distribuição de sacos verde para a população.
Programas – A Prefeitura, através das Secretarias de Meio Ambiente e Agricultura desenvolvem programas de troca de lixo reciclável por sacolas de verduras, e por muda de flor ou árvore nativa. Além disso, a Secretaria de Meio Ambiente desenvolve desde fevereiro a campanha “Saco Verde”, que tem por objetivo incentivar a população a separar corretamente o lixo doméstico. O Saco Verde é distribuído gratuitamente nos locais de troca de lixo reciclável e nos mutirões de limpeza. Ou ainda, pode ser retirado diretamente na Secretaria, localizada na Av. Senador Souza Naves, 420 - Centro
Troca de Recicláveis por flores – Toda quinta-feira, das 8h30 às 16h, na Central de Triagem e Valorização de Resíduos Sólidos, localizada na rua Pedro Trevisan, nº 249 – Colônia Rio Grande. Cada 2kg de lixo reciclável, dá direito a uma muda de flor ou árvore nativa. O programa recebe cerca seis toneladas de lixo reciclável por semana.
Sacolão Verde – O programa atende diversos bairros da cidade (Jardim Alegria, Jardim Alvorada, Bandeirantes, Borda do Campo, Cidade Jardim, Colônia Rio Grande, Jardim Fabíola, Jardim Ipê, Jardim Itália, Jardim Jurema, Lipanópolis, Quississana, São Cristóvão, Vila São Paulo e Jardim Zenith). Cada 15kg de lixo reciclável dá direito a uma sacola de verduras. A pessoa tem direito a retirar até duas sacolas. O programa recebe cerca de 40 toneladas de lixo reciclável por mês.
Entre no site da Prefeitura a seguir e veja o dia das coletas: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DA PREFEITURA
Obras no Rio Ressaca contêm cheias
O principal objetivo da revitalização do rio é controlar o problema das enchentes e da poluição, além de retirar as famílias das áreas de risco. “O fato de não termos alagamentos na primeira etapa, sem dúvida, já é resultado das obras na região. Já realizamos a escavação e o alargamento do rio e, também, já foram colocadas placas de concreto no canal, além de ter sido feita a ponte da Avenida Rui Barbosa. Isso tudo já está ajudando a dar vazão ao grande volume de água que passa pelo rio com as chuvas”, destaca Marcus Senegaglia Jorge, diretor geral da Secretaria Municipal de Viação e Obras Públicas. De acordo com o diretor, também já estão sendo construídas as galerias por onde passará o trecho de canal fechado do Rio Ressaca.
Pelo que eu soube do projeto, em reuniões do Conselho de Meio Ambiente, todo o Rio Ressaca ficaria "aberto", ou seja, não seria "canalizado"!
Tubular o rio, significa arrumar problemas, pois no caso de entupimento da galeria, a vazão será afetada, podendo ocasionar sérios danos!
Mais informações Portal da Prefeitura
Para executar a obra serão remanejadas 200 famílias que se encontram sob risco iminente ao longo do rio Ressaca para dois conjuntos habitacionais a serem construídos pela Secretaria de Habitação Municipal através dos R$ 7,15 milhões de reais doados pelo Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS – Ministério das Cidades). A solução de engenharia hidráulica adotada prevê 70% de canal aberto e outros 30 % de canal enterrado, e o edital de licitação para as obras do 1º trecho (do Canal Extravasor à Avenida Rui Barbosa) foi lançado em 03 de março passado. “Essa verdadeira operação urbana permitirá ao Poder Público e à população debater e aprender a conviver melhor com os rios que banham o território de São José dos Pinhais. Esse é o maior legado que podemos deixar para nossos filhos e herdeiros”, ressalta Chiesa. (06/04/2010)
Pelo que dá pra entender do desenho acima, os 30% do trecho "enterrado", será o desenho em vermelho? Ou será mais nas "cabeceiras" do Rio, onde o problema maior de lançamento de lixo deve ser frequente, já que é um local densamente povoado? Onde serão estes 30% tubulados?
http://www.sjp.pr.gov.br/portal/noticia.php?id=1270578318431172
Para executar a obra serão remanejadas 200 famílias que se encontram sob risco iminente ao longo do rio Ressaca para dois conjuntos habitacionais a serem construídos pela Secretaria de Habitação Municipal através dos R$ 7,15 milhões de reais doados pelo Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS – Ministério das Cidades). A solução de engenharia hidráulica adotada prevê 70% de canal aberto e outros 30 % de canal enterrado, e o edital de licitação para as obras do 1º trecho (do Canal Extravasor à Avenida Rui Barbosa) foi lançado em 03 de março passado. “Essa verdadeira operação urbana permitirá ao Poder Público e à população debater e aprender a conviver melhor com os rios que banham o território de São José dos Pinhais. Esse é o maior legado que podemos deixar para nossos filhos e herdeiros”, ressalta Chiesa. (06/04/2010)
Pelo que dá pra entender do desenho acima, os 30% do trecho "enterrado", será o desenho em vermelho? Ou será mais nas "cabeceiras" do Rio, onde o problema maior de lançamento de lixo deve ser frequente, já que é um local densamente povoado? Onde serão estes 30% tubulados?
http://www.sjp.pr.gov.br/portal/noticia.php?id=1270578318431172
Governo e ambientalistas - plano para a preservação da biodiversidade
O Brasil quer estabelecer metas de conservação do meio ambiente e do uso sustentável da biodiversidade para atender aos compromissos assumidos na 10ª Conferência das Partes (COP-10), realizada no ano passado em Nagoia (Japão) com a participação de 193 países. Governo e ambientalistas fazem até amanhã (3), em Brasília, a primeira reunião com o meio empresarial para estabelecer uma estratégia brasileira de biodiversidade até 2020.
A COP-10 determina que os países devem elaborar planos estratégicos nacionais para esta década, calculando o valor da biodiversidade nas contas públicas. A ideia é ter um indicador para medir os benefícios e prejuízos financeiros causados pelo impacto de uma atividade econômica no meio ambiente.
“Nenhum país renuncia ao seu potencial de crescimento, mas para que a gente possa aproveitar esse potencial, precisamos conhecer antes de destruir e gerar danos irreversíveis”, disse Gaetani que avalia que o Brasil pode ser protagonista na defesa da agenda ambiental. “O país é G1 em biodiversidade”, lembra referindo-se à extensão territorial e diversidade de biomas.
Em junho do ano que vem, o Brasil sediará a conferência Rio+20 que deverá ter como temas a transição para a chamada economia verde, com baixos níveis de poluição, tendo em vista o crescimento sustentável e o foco na diminuição da pobreza. A discussão das estratégicas, de acordo com a COP-10, prepara o país para coordenar a conferência no Rio. “Temos que discutir na Rio +20 quais são os procedimentos adotados por todos”, defende Maretti.
Além dos empresários, o governo e os ambientalistas farão reuniões nos próximos meses com a sociedade civil; com o meio acadêmico; com os povos indígenas e comunidades locais; além das representações dos três níveis de organização da Federação (municípios, estados e União).
Paraná deve enfrentar frio intenso também durante o fim de semana
A massa de ar frio e seco que está atuando sobre o Paraná baixou ainda mais as temperaturas nesta quinta-feira (4). Algumas cidades registraram temperaturas negativas e houve ocorrência de geadas em diversas localidades do estado, especialmente no Centro-Sul. De acordo com o Instituto Tecnológico Simepar, a tendência é de que o frio continue rigoroso no estado até o fim de semana, já que haverá estabilidade atmosférica.
As cidades que registraram as mínimas mais baixas foram Palmas, no Centro-Sul, e Palotina, no Oeste, com -1,1°C. As outras localidades em que as estações meteorológicas do Simepar registraram temperaturas abaixo de zero foram Campo Mourão (-0,8°C), Jaguariaíva (-0,8° C), Entre Rios (-0,6°C), Ponta Grossa (-0,5°C), Telêmaco Borba (-0,5°C), Cândido de Abreu (-0,1°C) e Toledo (-0,1°C). Em Curitiba, a mínima registrada foi de 3°C. No entanto, moradores de muitas cidades tiveram uma sensação de frio maior por causa dos ventos, que deslocam o ar gelado.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
FALTA CAMPANHAS PARA RECICLAGEM
Conhecida internacionalmente por seu pioneirismo na implantação da coleta seletiva de lixo, acompanhada de uma intensa estratégia de marketing, Curitiba vive hoje uma carência de novas campanhas para motivar a população a continuar separando os resíduos domésticos. A última iniciativa da prefeitura ocorreu em 2006.
Parece pouco, principalmente para quem deseja manter uma longa tradição iniciada em 1989, quando o slogan “lixo que não é lixo não vai pro lixo” apresentou ao mundo a Família Folhas. Ecologicamente corretos, os personagens ensinaram aos curitibanos o então inovador conceito da reciclagem.
Coleta
Atualmente, cerca de 22% de todo o lixo coletado (incluindo o orgânico) na capital paranaense é reciclado. Apesar de ser um dos melhores índices do país, o porcentual ainda é tímido se comparado aos do primeiro mundo: 30%. Esta, aliás, é a meta perseguida pela prefeitura de Curitiba para 2012, conforme explica o diretor do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Edélcio Marques dos Reis. De acordo com ele, uma nova campanha deve ser lançada este ano. A data, porém, não foi confirmada.
COLETA SELETIVA PRECISA DE MAIS CAMPANHAS
Parece pouco, principalmente para quem deseja manter uma longa tradição iniciada em 1989, quando o slogan “lixo que não é lixo não vai pro lixo” apresentou ao mundo a Família Folhas. Ecologicamente corretos, os personagens ensinaram aos curitibanos o então inovador conceito da reciclagem.
Coleta
Atualmente, cerca de 22% de todo o lixo coletado (incluindo o orgânico) na capital paranaense é reciclado. Apesar de ser um dos melhores índices do país, o porcentual ainda é tímido se comparado aos do primeiro mundo: 30%. Esta, aliás, é a meta perseguida pela prefeitura de Curitiba para 2012, conforme explica o diretor do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Edélcio Marques dos Reis. De acordo com ele, uma nova campanha deve ser lançada este ano. A data, porém, não foi confirmada.
COLETA SELETIVA PRECISA DE MAIS CAMPANHAS
Conferência define inédito código ambiental de São José dos Pinhais
A 7ª Conferência do Meio Ambiente de São José dos Pinhais aprovou neste sábado (30) a minuta do projeto de lei que institui o Código Ambiental Municipal. Após a apresentação e apreciação da minuta, grupos se reuniram para análise de pequenas mudanças no Código.
Todas estas alterações foram levadas a votação pelos participantes da conferência em plenária. Após aprovação de todos os tópicos discutidos, agora o Código Ambiental Municipal será encaminhado para parecer da Procuradoria Geral do Município e posteriormente para aprovação da Câmara Municipal. Os vereadores discutirão e votarão o projeto de lei que institui o Código e que, se for aprovado, virará lei.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Edilaine Vieira, salientou a importância da implantação do Código. “Precisávamos ter mecanismos legais que nos respaldem para trabalhar. E pudemos participar desta construção discutindo juntos e dando sugestões”, acrescentou Vieira.
Para análise do Código e sugestões de mudanças oito eixos temáticos discutiram os temas: Políticas Públicas de Gestão e Educação Ambiental; Fiscalização; Sistema Municipal de Cadastro, Informação e Monitoramento Ambiental; Infração Administrativa e do Procedimento Administrativo; Avaliação de Impacto e Licenciamento Ambiental; Recursos Hídricos; Solo, Subsolo e Recursos Minerais; Flora e Fauna; Poluição e Resíduos Sólidos.
Além da análise do Código Ambiental Municipal, a conferência elegeu os membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente para a próxima gestão (2011-2013). As entidades eleitas representarão os setores produtivos da sociedade, entidades ambientalistas e comunitárias, clubes de serviços e órgãos fiscalizadores de profissões (confira quadro abaixo).
“Foi importante a participação da sociedade civil na aprovação da minuta do código, mostrando uma atitude participativa. Estamos dando um grande passo e escrevendo a história desta cidade”, ressaltou a secretária Edilaine Vieira.
CODIGO AMBIENTAL DE SÃO JOSE DOS PINHAIS
Todas estas alterações foram levadas a votação pelos participantes da conferência em plenária. Após aprovação de todos os tópicos discutidos, agora o Código Ambiental Municipal será encaminhado para parecer da Procuradoria Geral do Município e posteriormente para aprovação da Câmara Municipal. Os vereadores discutirão e votarão o projeto de lei que institui o Código e que, se for aprovado, virará lei.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Edilaine Vieira, salientou a importância da implantação do Código. “Precisávamos ter mecanismos legais que nos respaldem para trabalhar. E pudemos participar desta construção discutindo juntos e dando sugestões”, acrescentou Vieira.
Para análise do Código e sugestões de mudanças oito eixos temáticos discutiram os temas: Políticas Públicas de Gestão e Educação Ambiental; Fiscalização; Sistema Municipal de Cadastro, Informação e Monitoramento Ambiental; Infração Administrativa e do Procedimento Administrativo; Avaliação de Impacto e Licenciamento Ambiental; Recursos Hídricos; Solo, Subsolo e Recursos Minerais; Flora e Fauna; Poluição e Resíduos Sólidos.
Além da análise do Código Ambiental Municipal, a conferência elegeu os membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente para a próxima gestão (2011-2013). As entidades eleitas representarão os setores produtivos da sociedade, entidades ambientalistas e comunitárias, clubes de serviços e órgãos fiscalizadores de profissões (confira quadro abaixo).
“Foi importante a participação da sociedade civil na aprovação da minuta do código, mostrando uma atitude participativa. Estamos dando um grande passo e escrevendo a história desta cidade”, ressaltou a secretária Edilaine Vieira.
CODIGO AMBIENTAL DE SÃO JOSE DOS PINHAIS
Cantoria da covardia nas feiras de passarinhos
Criar passarinhos cantadores em gaiolas é comum de Norte a Sul do país. Pesquisa realizada pelo biólogo Rodrigo Regueira chegou a dados impressionantes. Depois de identificar e quantificar as espécies comercializadas em oito diferentes feiras livres da região metropolitana do Recife, calculou que por ano as nossas matas perdem só de papa-capim (Sporophila nigricollis) 72 mil aves, para citarmos apenas a espécie mais vendida nos locais pesquisados.
A pesquisa de Rodrigo foi estruturada com seu orientador, o professor do departamento de Zoologia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Enrico Bernard. A dupla sabia informalmente da prática da comercialização ilegal de passarinhos em feiras livres. Enrico, por ser mineiro, não identificava as feiras da Região Metropolitana do Recife onde a comercialização poderia estar ocorrendo. Rodrigo sabia o “onde” e contou com apoio para entender o “como”. A dissertação Caracterização do comércio ilegal de animais silvestres em dez feiras livres da Região Metropolitana do Recife chegou a resultados tristes e preocupantes.
http://www.oeco.com.br/reportagens-especiais/25220-cantoria-da-covardia-nas-feiras-de-passarinhos
A pesquisa de Rodrigo foi estruturada com seu orientador, o professor do departamento de Zoologia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Enrico Bernard. A dupla sabia informalmente da prática da comercialização ilegal de passarinhos em feiras livres. Enrico, por ser mineiro, não identificava as feiras da Região Metropolitana do Recife onde a comercialização poderia estar ocorrendo. Rodrigo sabia o “onde” e contou com apoio para entender o “como”. A dissertação Caracterização do comércio ilegal de animais silvestres em dez feiras livres da Região Metropolitana do Recife chegou a resultados tristes e preocupantes.
http://www.oeco.com.br/reportagens-especiais/25220-cantoria-da-covardia-nas-feiras-de-passarinhos
Blog do Bronca: Conferencia do Meio Ambiente teve pouca participaç...
Blog do Bronca: Conferencia do Meio Ambiente teve pouca participaç...: "O publico da abertura foi bom Na ultima sexta feira a noite foi a abertura da IV Conferencia Municipal do Meio Ambiente de São José dos Pi..."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Blog do Bronca: Sonzeira vai acabar!!!
Blog do Bronca: Sonzeira vai acabar!!!: "Projeto proíbe aparelho de som acoplado a carro em local público Artur Bruno: som acoplado a veículos pertuba a ordem pública. A Câmara ana..."
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O Blog do Aldrian: Bastidores da política sãojoseense
O Blog do Aldrian: Bastidores da política sãojoseense: "SÓ ELOGIOS O empresário Auro Luis, presidente da Associação Comercial (Aciap) fez elogios aos ex-prefeitos Meyer e Setim no jantar do Dia ..."
Limpeza do canal de drenagem Conjunto D.Rosa
A Prefeitura limpou recentemente o canal de drenagem que passa ao lado do Conjunto Residencial D. Rosa, na rua de mesmo nome! Solicito à população que mantenha o canal limpo, não jogando lixo, caliças e outros materiais, pois este canal é importante para o escoamento de águas superficiais de toda nossa região!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
CIDADES E SOLUÇÕES
“Cidades e Soluções” abre espaço na televisão para as experiências que dão certo, que transformam para melhor a vida das pessoas através do uso inteligente e sustentável dos recursos. Em boa parte dos casos, são experiências simples, de baixo custo e fáceis de ser replicadas.
Horários de Exibição
Globo News: Quarta: 23h30
Horários alternativos: Sáb. às 05h30, Dom. às 21h30, Seg. às 03h05, 08h30 e 16h30; Qui. às 12h30.
Futura: Sex: 20h Domingo: 14h30h
http://globonews.globo.com/platb/cidadesesolucoes/
Horários de Exibição
Globo News: Quarta: 23h30
Horários alternativos: Sáb. às 05h30, Dom. às 21h30, Seg. às 03h05, 08h30 e 16h30; Qui. às 12h30.
Futura: Sex: 20h Domingo: 14h30h
http://globonews.globo.com/platb/cidadesesolucoes/
SENDOSUSTENTAVEL: Mobilidade Urbana: o case de Curitiba
SENDOSUSTENTAVEL: Mobilidade Urbana: o case de Curitiba: "Curitiba’s BRT: Inspired Bus Rapid Transit Around the Worldby Elizabeth Press on March 31, 2009 18,112 Plays Curitiba, Brazil first adop..."
domingo, 2 de janeiro de 2011
Guerra Econômica - VEJA
Ao assumir a presidência da República, Dilma Rousseff encontra um país com bases sólidas na economia. Mas há bombas para desarmar – um legado do governo Lula.
*Instruções: Clique nas bombas, entenda os problemas e veja o que pode acontecer se a presidente desarmá-las ou não
Guerra Econômica - VEJA
*Instruções: Clique nas bombas, entenda os problemas e veja o que pode acontecer se a presidente desarmá-las ou não
Guerra Econômica - VEJA
sábado, 1 de janeiro de 2011
AS 13 METAS DO GOVERNO "DILMA"
DIRETRIZES DE GOVERNO
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável.
5. Erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades. Promover a igualdade, com garantia de futuro para os setores discriminados na sociedade.
6. O Governo de Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores.
7. Garantir educação para igualdade social, a cidadania e o desenvolvimento.
8. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
9. Universalizar a Saúde e garantir a qualidade do atendimento do SUS.
10. Prover as cidades de habitação, saneamento, transporte e vida digna e segura para os brasileiros.
11. Valorizar a cultura nacional, dialogar com outras culturas, democratizar os bens culturais e favorecer a democratização da comunicação.
12. Garantir a segurança dos cidadãos e combater o crime organizado
13. Defender a soberania nacional. Por uma presença ativa e altiva do Brasil no mundo.
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável.
5. Erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades. Promover a igualdade, com garantia de futuro para os setores discriminados na sociedade.
6. O Governo de Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores.
7. Garantir educação para igualdade social, a cidadania e o desenvolvimento.
8. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
9. Universalizar a Saúde e garantir a qualidade do atendimento do SUS.
10. Prover as cidades de habitação, saneamento, transporte e vida digna e segura para os brasileiros.
11. Valorizar a cultura nacional, dialogar com outras culturas, democratizar os bens culturais e favorecer a democratização da comunicação.
12. Garantir a segurança dos cidadãos e combater o crime organizado
13. Defender a soberania nacional. Por uma presença ativa e altiva do Brasil no mundo.
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